Retratam a Vida em suas eternas mudanças. Uns acabando, já demonstram
o início de novos ciclos. É assim na Natureza, em todos os reinos da natureza. Uns
de imensa duração (Montanhas. Águas...) outros, mais recentes (vida vegetal, vida
animal), até o Homem. Todos submetidos aos mesmos ciclos que marcam a passagem
do tempo na evolução da Terra.
Em cada época,
vivemos juntos, influenciando e sendo influenciados uns pelos outros em nossos próprios ciclos, em nosso desenvolvimento físico, emocional,
mental, espiritual...
Em nossa
passagem humana, também, tudo é marcado por ciclos (etapas): infância,
juventude, mocidade, velhice... Embora nós estejamos mais ligados ao físico, a
mudança se faz em nossos vários aspectos, em nossas interações com os outros,
com a história, com a família, crenças, cultura... E em cada ciclo sofremos a
influência e o peso de nossos ganhos e perdas...
Tudo isso que
nos acontece, nos molda e amolda em cada etapa, deixando marcas. É inexorável a
passagem do tempo. A Natureza, paciente, aceita, mas nós tendemos a resistir às
mudanças, querendo segurar o tempo... Nos agarramos ao que já é conhecido
(mesmo quando foi ruim), sem querer ver novas possibilidades, pelo apego ao
passado ou pelo medo de possíveis (e certos) novos desafios.
Na verdade,
até mesmo na velhice, com limitações cada vez maiores, tendo já ultrapassado outros
ciclos, amadurecemos e nos tornamos mais
aptos para lidar com as novas realidades dessa nova etapa
Não choremos
pelo fechar de cada ciclo em nossa vida, porque carregamos dentro de nós o que
foi vivido nos anteriores: risos, prantos, vitórias, fracassos, aprendizados,
memórias...
Viver e evoluir são, para sempre, isso: se descobrir, se reinventar
e continuar a caminhar...

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